terça-feira, 4 de julho de 2017

ESTUDAR FILOSOFIA PARA PENSAR MELHOR: UM CASO DE FALSA PROPAGANDA?

Uma companhia publicita o produto X afirmando que melhora substancialmente a memória e combate a demência. A companhia não fornece provas convincentes destas afirmações, e os estudos científicos não conseguem confirmar a existência dos efeitos estipulados. O leitor compraria X? Provavelmente não. Permitiria o governo e as agências de protecção dos consumidores que X fosse livremente publicitado sem pelo menos um aviso aos consumidores potencialmente ingénuos? Dificilmente, ao que parece.