quarta-feira, 14 de junho de 2017

FILÓSOFO RUSSO ANALISA A MORTE CLÍNICA

O doutor em filosofia, professor da universidade estatal de Jabárovsk (DVGUPS), o russo Yuri Serdiukov, apresentou a análise de uma experiência experimentada durante a morte clínica. No último 25 de maio, durante a conferência internacional sobre Neurofilosofia na Universidade Estadual de Moscou (MGU), divulgou resultados de última análise.

Em contraste com os testemunhos de paciências que sobreviveram ao estado específico em relação a experiência “inverno” e o “paraíso”, com sua descrição da informação da realidade subjetiva da morte clínica, Serdiukov está seguro em que se podem explicar as experiências sem recorrer a mística. Somente é necessário pautar-se na análise dos processos fisiológicos e psíquicos que produzem em nosso corpo, afirma o professor.

Durante a morte clínica, apesar de perder o contato tátil com a realidade, a suspensão da respiração e da circulação do sangue, o cérebro segue vivo durante um período considerável de tempo. A morte gradual, começando pelos neurônios, o córtex dos hemisférios cerebrais e terminando com estruturas estaminais. É um impossível determinar o tempo exato deste processo porque a atividade elétrica do cérebro, vai diminuindo durante a morte clínica, em certo momento supera os limites da sensibilidade dos aparatos contemporâneos.

O que se passa no cérebro?

A morta clínica e o estado de coma, segundo Serdiukov, se caracterizam pela ausência da capacidade verbal e lógica e a mente se dissolve. Então a realidade subjetiva do cérebro desta pessoa se converte e uma torrente indivisível de vivências oníricas, parecidas com o sonho, criadas pela atividade cerebral espontânea.

Os conteúdos destas torrentes dependem de vários fatores, entre os quais configuram:
- Toda a vida a partir do período intrauterino, quando se forma a percepção dos sons;
- As estruturas psíquicas inatas da personalidade da pessoa;
- A atividade de algumas estruturas genéticas no estado de stress causado pela morte clínica.

Entretanto, Serdiukov, afirma que é possível regular o contendo estas vivências próximas da morte. Para então, manter a percepção otimista do mundo durante a vida e criar uma percepção ótimas do mundo durante a vida e criar também um complexo de impressões positivas, que estavam para que seja fixar-se nas estruturas neuronais do cérebro e então, capaz de resistir ao processo de desintegração própria do estado de morte clínica. Desta maneira, o cérebro será capaz de reproduzir as vivências alegres e agradáveis e não reproduzir imagens de dor e angústia.

Para sempre?


Para as vivências cercadas pela morte, segundo o filósofo, sustentam que para a percepção humana este processo poderia durar para sempre. A partir deste ponto de vista objetivo e físico, o processo da morte do cérebro dura relatividade pouco e para a percepção subjetiva da pessoa, as vivências são prolongadas eternamente porque transcorrem sem regulação naturais do tempo com a luz do sol e o ritmo cardíaco.