sábado, 18 de março de 2017

ARSÈNE WENGER NÃO É VILÃO DOS GUNNERS


Arsène Wenger é um nome de história. O Arsenal deve a ele hoje uma década de histórias e conquistas. Mas a paciência da torcida com ele já está no limite. Nos últimos doze jogos foram seis derrotas. A combinar resultados o time deve perder o lugar nas ligas europeias; vitimado por goleadas na Champions. Parece que não há mais luz no final do túnel. Mas acompanhando os tabloides ingleses, parece que o time está amargando uma sina de Portuguesa. Não é assim também, vejo um certo exagero. Comentaristas falam dele como se fosse um ilustre desconhecido. Mas este que a torcida grita “out”; “out”; “out” tem em seu currículo três Campeonato Inglês: 1997–98, 2001–02, 2003–04; 6 Copa da Inglaterra: 1997–98, 2001–02, 2002–03, 2004–05, 2013–14, 2014–15 e ainda 6 Supercopa da Inglaterra: 1998, 1999, 2002, 2004, 2014, 2015. Será que tudo isto se apagou com uma temporada ruim?

Como pode ser um técnico ruim. Arsenal no jogo de hoje teve 77% de posse de bola; trocou 750 passes enquanto que o adversário, apenas 219. Se Wenger não é vilão quem o é? Concordo que a renovação é necessária e precisa, porém, com outros rótulos, em respeito a história de Sir Wenger.

Classificação por ora, com a rodada em andamento:
1. Chelsea 66 | 2. Tottenham 56 | 3. Manchester City 56 | 5. Arsenal 50 | 8. West Brom 43