terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AS FALSAS NOTÍCIAS SÃO O PRENÚNCIO DA MORTE DO FACEBOOK



Texto original publicado em RussiaToday, em 29 de dezembro de 2016, às 04h11 GMT. 
https://actualidad.rt.com/actualidad/227232-migracion-redes-sociales-facebook


As recentes campanhas eleitorais americanas, e em outros países, tem levado ao Facebook ativistas políticos, notícias falsas e publicidade, que fazem usuários procurar outras redes sociais.

Idealizada como uma ferramenta útil para manter contato com amigos e familiares, o Facebook transformou-se nos últimos anos. Está como instrumento decisivo e eficaz para influenciar e formar a opinião do público acerca de acontecimentos de diversas natureza. Diante da situação tem conseguido mediante a difusão de notícias e histórias de conteúdo duvidoso e procedência dúbia por parte dos meios de comunicação influenciar internautas voluntários que buscam favorecer ou prejudicar alguém ou alguma causa.

Trata-se de um fenômeno crescente que parece acabar com a paciência de muitos usuários do Facebook, que por sua vez, abandonaram a rede social. Como consequência das últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos, na Espanha, muitos usuários sentiram-se bombardeados por artigos, notícias falsas e manipuladas, além de opiniões duvidosas e imparciais.

“Existe um risco real de que há um grave dano à imprensa” aponta o colunista de “Newsweek”, Kevin Maney, que responde ao ser questionado sobre o problema das falsas notícias que circulam pelas redes socais. Estes motivos levam muitos a mudar-se para outras redes sociais menos radicalizadas, como o Snapchat, o Instagram, ondem podem compartilhar fotografias e comentários tranquilamente sem sofrerem interferências da publicidade e dos temas políticas, em que muitos casos acabam por romper amizades virtuais e derivando o bloqueio de usuários contrário a sua ideologia.

Outro fator que incentiva a migração do Facebook são as notícias sensacionalistas, ou o “clickbait”. Trata-se de páginas externas cruzadas e publicadas no Facebook para que o usuário ao clicar no anuncio e aceitá-lo, através de títulos estranhos e sensacionalistas sejam conduzidos para páginas onde o título verdadeiro tem pouco, ou nada com o seu conteúdo e cujo fim é proporcionar benefícios econômicos ao seu criador.

Será este o fim do Facebook?


Comentário deste que vos bloga, quando li pela primeira vez ao texto gostei da reflexão, apenas na segunda leitura, percebi da alienação política contida nele. O texto está relacionando ativismo político com notícias falsas. Aqui está um grande equívoco. As notícias falsas deve estar alinhas com o desconhecimento político ou com a ausência de informações.