quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

ARTIGO: A SALA DE AULA, AS REDES E OS ESTUDANTES

Vivemos em espaços de conexões. O tempo de agora evidencia possibilidades de ligações ininterruptas com o ciberespaço. As novas tecnologias digitais são inseridas e reinventadas em fluxos constantes: novos espaços, novas possibilidades e novas conexões. Mas como a escola e aqueles que a compõe se colocam diante disto tudo que a atravessa? O presente artigo aborda uma questão que fez parte da pesquisa experimentação que compôs a dissertação “Uma-aula-que-quer-ser-rizoma: Filosofia, Redes Sociais na escola” que teve como objetivo compreender as possíveis conexões entre o estudo da filosofia, o uso de Redes Sociais Virtuais (RSV) e a noção de rizoma na escola. A partir dela, recorto uma questão onde cartografaremos o olhar do estudante sobre o uso das RSV em sala de aula. A questão foi dirigida aos estudantes de uma escola profissionalizante de Blumenau e enunciava: “as redes sociais podem contribuir para a realização de atividades escolares?”. A análise das vozes dos estudantes acontece a partir das características aproximativas do rizoma descritas por Gilles Deleuze e Félix Guattari na introdução de Mil Platôs. A experimentação evidenciou que o posicionamento dos estudantes diante do acesso às RSV em sala de aula não é uníssono, há concordância e discordância quando ao uso ao modo escolar.

A Sala de Aula, As Redes Sociais e Os Estudantes by Albio Fabian Melchioretto on Scribd