sexta-feira, 7 de outubro de 2016

BRASIL DESTROI AÇOGUE BOLIVIANO E QUEBRA JEJUM

Faz três jogos que o Brasil não vencia a Bolívia pelas Eliminatórias.

Esta semana li uma das colunas de Tostão, onde ele chmava atenção pelo relaxamento natural que uma sequência de vitória pode trazer a seleção. Relaxamento por causa da fraqueza dos adversários e também pelo futebol envolvente, distante desde 1982 da camisa amarela. Este relaxamento ficou visível depois do primeiro gol. O time começou a tocar a bola com determinado preciosismo esquecendo o esquema tático. Ao mesmo que o futebol se mostrou relaxado, ficou gostoso de assistir. Isso é bom e bonito contra um time sem expressão, contra um adversário mais forte a lógica deveria ser outra. Mas Tite recuperou esquema e tática para selação, só vi, com certos lampejos com Parreira em 2005 na Copa das Confederações da Alemanha. Para não perder a chance de alfinetar Dunga, quanta diferença de posicionamento da meia-cancha. Tite encontrou um espaço para Philippe Coutinho desfilar seu futebol, diferente do esquema truncado do treineiro anterior.

Para cornetar, teria substituído Neymar Jr. no intervalo. Com um amarelo, já suspenso contra a Venezuela e com um placar elástico, não há necessidade. Teria feito um teste mais cedo.

Depois de 4, segundo tempo tranquilo e vida que segue.