domingo, 17 de julho de 2016

TEM TEMPOS OFF-LINE

No final de semana passado experimentei 48 horas off-line. Mesmo neste tempo a mente continuou a trabalhar com elementos do on-line. Em alguns momentos recorri a papeis para anotações de ideias, algo que normalmente o faço via Evernote. E outro me peguei divagando de que forma poderia melhor o rendimento e produtividade no estar on-line. Em certo grau, é uma reflexão sobre o tempo. Estava no ciberespaço mesmo off-line. O tempo de pensar direcionava para este tipo de atividade. O pensar estava no cyber e assim caminha a humanidade, vide algumas atitudes como ver TV para usar # em comentários, fotografar para postar... jogar ideias nos fluxos e por aí vai. O cyber está invadido o off-line. Recorto Trivinhos (2007, e-compos) que afirma “cibercultura equivale a um capital social de sobrevivência cultura na fase globalitária do capitalismo”, praticamente um nó central entre tantas ações de convergências midiáticas mesmo na desconexões com ações para promover o tempo de conexão.