domingo, 26 de junho de 2016

TITERANÇA

Escrevo a partir do olhar de torcedor corinthiano que sou.

Torci o nariz ao saber da contratação de Cristóvão Borges. Ontem, na entrevista pré-jogo, o destorci. O treinador mostrou humildade fantástica apontando que está lá para dar continuidade a um trabalho. O time não é mais o time de Tite, mas ainda não é o de Borges, mas é o da continuidade. O treinador parece que está para seguir um trabalho e contribuir diante das falhas e não para as mudanças. Que a honestidade e a ética presente na gestão Tite deem continuidade. É bonito ver Luciano cair em lágrimas após o final do jejum. Ele é um profissional, mas viveu o momento com tudo que há de humano nele. Que bonito ver Romero ao final da entrevista falar de Tite, sem ser perguntando sobre, e demonstrar vontade de vencer com Borges, e o que dizer de Cássio reconhecendo a enorme falha? Honestidade e coerência tornam um time mediano campeão. Sinceridade honesta também veio da torcida ao aplaudir Grafite. O atacante foi lembrando pelo paulista de 2004. Com gol de Grafite pelo São Paulo contra o Juventus, Corinthians evitou o rebaixamento para série A2 do Estadual.

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