terça-feira, 19 de janeiro de 2016

EU QUERO A GUERRA E NÃO A PAZ

Já escrevi sobre isto, mas não consegui achar ao post, mas volto a afirmar, entre a guerra e a paz, prefiro a guerra. Simples assim.

Antes que algum amante do Politicamente correto venha falar abobrinhas, não estou a falar da calamidade da guerra bélica, inaceitável em nosso tempo. Mas estou a falar da guerra e da paz interiores. A paz interior faz mal. Ela cria um estado de conforto, de aceitação, de inércia onde a incapacidade de gerar mudanças é desmantelada.

Sun Tze, abre a clássico A arte da guerra, com a frase, “Sun Tzu disse: a guerra é de vital importância para o Estado; é o domínio da vida ou da morte, o caminho para a sobrevivência ou a perda do Império: é preciso manejá-la bem”. Vou além, a guerra é de vital importância para o crescimento pessoal, para travar debates consigo mesmo em busca de repostas e de novas inquietações. É o caminho para a sobrevivência de uma vida reflexiva, para além de uma postura vegetativa. Diante da turbilhão de emoções que uma guerra pode produzir, o conselho de Sun Tzu é importante, “é preciso manejá-la bem”.

Uma vida sem guerra, desejos, sonhos, não é digna de ser vivida.

Não refletir seriamente sobre tudo o que lhe concerne é dar prova de uma culpável indiferença no diz respeito à conservação ou à perda do que nos é mais querido; e isso não deve ocorrer entre nós”, continua o texto chinês.