segunda-feira, 26 de maio de 2014

A COPA QUE QUEREMOS




A Revista Placar n. 1390 trouxe um quadro interessante de verdades e mentiras sobre a Copa do Mundo 14. Utilizarei nas próximas duas semanas para debater com meus estudantes.

Alguns dizem que há uma pressão no ar, outros duvidam que alguma coisa possa acontecer, outros ainda pensam que o espírito da copa vai contagiar todos. Eu não tenho respostas, mas tenho certeza que a partir do dia 12 de junho poderemos ter uma pista. Sim, apenas uma pista. Se os protestos foram para além da liquidez que se mostraram em junho passado refletirão nas urnas, mas as pesquisas não mostram isso. O que vemos agora são rebeldes sem causa que saem na rua para gritar desprovidos de ideologias e uma mídia que se aproveita de vândalos infiltrados. Se as manifestações de junho passado, e que se apresentam agora, fosse um movimento sério, haveria uma briga constante por qualidade e direitos. Mas os mesmos que gritam #nãovaitercopa procuram tirar vantagem em fila de ônibus!

A próxima Copa no Brasil não é diferente da realizada na África do Sul. Ambas são exemplos de uma elite política e econômica manipulando o amor do futebol de um país para seu próprio benefício.” (McKINLEY, Dale. South Africa’s World Cup: a legacy for Whom?)