quinta-feira, 13 de março de 2014

EDUCAÇÃO, UMA BREVE REFLEXÃO

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Florianópolis 12/03/14 - Na avaliação da deputada estadual e educadora Luciane Carminatti (PT), a maior parte das ações que estão sendo realizadas na área da educação em Santa Catarina são executadas com recursos federais. Questiona a parlamentar: “quais as políticas públicas que de fato são iniciativas do governo catarinense?” Em contrapartida, o governo federal aumentou de R$33,1 bilhões, em 2002, para R$91,3 bilhões no ano passado os recursos repassados à educação.

Santa Catarina tem sido contemplada com os recursos federais, possibilitando a interiorização do ensino superior e o fomento da educação profissional e tecnológica. Em Blumenau, por exemplo, está sendo inaugurado um campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Fronteira Sul (UFS) já está em atividade em Chapecó.

A deputada informa que apesar do expressivo investimento em educação pelo governo federal, a luta do magistério nacional é para garantir mais recursos à educação pública. “É importante entendermos os avanços, mas que lembremos da luta histórica da categoria para que seja repassado 10% do Produto Interno Bruto (PIB) à educação”. Em 2002, a união destinava 4,7% do PIB à educação, durante os dois últimos governos aumentou, chegando a 6,1% em 2013.


Paralisação


A paralisação nacional dos professores prevista para ocorrer na próxima semana (17 a 19 de março) reitera a luta do magistério pela educação pública básica. Defende a categoria a destinação de 10% do PIB para Educação Pública, o investimento dos royalties do petróleo na área, a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) que está parado há quatro anos no Congresso Nacional, as diretrizes nacionais para Plano de Carreira da categoria que atenda todos os profissionais que atuam nas escolas e não apenas os professores. “O movimento é para melhorar os investimentos em educação, queremos valorizar a educação pública”, enfatiza Luciane.