quarta-feira, 18 de julho de 2012

MALDITA INCLUSÃO DIGITAL


Acabo de ter a sensação que meu coração está parando, e que vou ter dias livres. Sim, muitos. A fonte do computador do escritório queimou. A fumaça branca acaba de poluir o ar Air wick freshmatic citrus. O que fazer, quais compromissos e quais e-mails deveria responder? Não sei, a fonte do meu computador queimou e apagou todas as informações com ele.

Algum infonerd de plantão poderia dizer: e as nuvens? A única nuvem que conheço é a da maldita fumaça que já mencionei. Ainda sou do tempo da datilografia e vejo a máquina que me acompanha o dia inteiro como um mal necessário. Sim, falar isso é paradoxal, tão paradoxal escrever isso num blog como ser pesquisador do uso das mídias virtuais na educação e continuar a xingar sua máquina que não tem vida eterna – UM PROTESTO INÚTIL. Mas, não seria maior o abismo porque sei que este usar do computador, da inclusão, das nuvens, é um “mal” necessário que se transformou num vício. E eu ainda falo em ágora virtual, como pode...

Um grande vício que nos faz criar uma ciberdependência que tende a se agravar com a passagem das nuvens. E este nuveado só tente a aumentar com o passar do tempo e consigo a ciberdependência porque conosco nada haverá. Enfim, a sensação de tempo livre é tão estranha. Tao estranha quando os cabos desconexos da CPU. Vamos formar um ciberdepentende e um grupo anônimo para discutir isso. Ops, anonimus não dá, vai que a CIA ache este post e pensou que faço parte do grupo que ataca ciberbanks ou que seja a encarnação do V, enfim, tudo pode.

Sei que é inútil falar disso e mais inútil ainda é protestar porque a virtualização dos espaços não está para acontecer. A virtualização está dada. Mas se você quiser unir-se a este protesto da MALDITA INCLUSÃO DIGITAL, grite, compartilhe, cutuque ou simplesmente phoda-se. Mas se nada disso agradar-lhe, ria com as ideias do Blog do Jorge.