segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Poema do cume

Hoje um aluno cometou que eu uso piadas de duplo sentido. Em defesa afirmei que jamais fiz isso e que ele só poderia estar enganado. Para provar a minha inocência deixo-vos um poema para reflexão.


"No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.

Quando cai a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem.

Quanto cai a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
O mato no cume cresce.

Quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia!"

(Autor desconhecido)