sábado, 15 de março de 2008

TEXTO VELHO

Amigo leitor, depois de alguns dias sem poder ter acesso a internet, em meio a uma faxina encontro o seguinte manuscrito perdido:

O clarear da vela, frívolo por conta do veto se mistura com o balbuciar das gotas da chuva. Marcas de um final de tempestade. A tempestade de verão que vem com medo e leva a esperança. A solidão se nega a uma companhia da angustia de não saber o dia de amanhã. A incerteza da realização profissional se perde no meio de tantos raios com a instigante vontade de não saber. Estes são todos sentimentos que ao certo nem sei se soa, mas fazer uma eterna adolescência diante da impotencialidade de nem ser.

Não me lembro que de ter escrito isso, nem a data, mas a letra do manuscrito me credencia a autoria.