terça-feira, 25 de março de 2008

LIBERDADE AO TIBET

Olá amigo leitor, esta semana pretendo deixar de lado as futilidades esportivas que por ora tenho me ocupado. Também não quero me deter nas reflexões sobre o coração – que são as mais importantes. Mas quero refletir algumas questões voltadas ao Tibet que tomam espaço na mídia mundial.

Não quero aqui fazer uma apologia à democracia. Não quero uma China democrata, mas quero um Tibet livre. O Tibet é uma nação que fora anexada na década de cinqüenta à China Comunista. O Tibet é uma nação sim, não é um estado ou uma província. Ele possui uma história, possui uma cultura, possui costumes que não são os costumes dos chineses. Basta ver o sistema de governo é uma teocracia – Dalai Lama é representante de Buda que governa no exílio, apenas por isso, pode fazer parte da China?

A idéia de um Tibet livre é um bom teste para o mundo parar de tanta hipocrisia social. Uma atitude onde apenas há preocupação com terras onde há retorno financeiro. Vamos aproveitar as Olimpíadas em Pequim para pensar os valores olímpicos além da fachada do esporte promovendo um pensar que sugira uma liberdade ao teto esquecido do mundo e escondido pelos chineses.

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