quarta-feira, 24 de maio de 2017

REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: DESAFIOS ATUAL


Em comemoração aos "30 Anos de Luta Antimancomial", a Rede de Saúde Mental e Economia Solidária dos Municípios da AMMVI e a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da
Universidade Regional de Blumenau (ITCP/FURB), promovem uma Roda de Conversa sobre o tema "Reabilitação Psicossocial: desafios atuais", com a presença do Dr. Pedro Gabriel Godinho Delgado.

DATA: 25/05/2017 (quinta-feira)
HORA: 13h30
LOCAL: Auditório Bloco J - FURB

TV BRASIL MOSTRA NOVELA AFRICANA


Leio no Portal 4 que no Dia da África, celebrado, amanhã, 25 de maio, a TV Brasil estreia, às 20h30, Jikulumessu – Abre o Olho, segunda novela do continente a ser exibida no país.

A produção angolana, que foi indicada ao Emmy Internacional de melhor novela e eleita pela Academia Internacional de Televisão como uma das quatro melhores do mundo em 2015, vai ao ar de segunda a sexta, às 20h30.

A primeira obra de dramaturgia africana exibida na televisão brasileira foi Windeck, trama angola que ficou no ar entre novembro de 2014 e abril de 2015 também pela TV Brasil.

O elenco de Jikulumessu tem como uma das estrelas a atriz Heloísa Jorge, no papel de Djamila Pereira, na segunda fase da história. A personagem faz par romântico com o protagonista Joel Kapala. A artista angolana radicada no Brasil participou recentemente da novela “A Lei do Amor”, no papel de Laura.

Produzida pela Semba Comunicação em 2014, a ideia original e a direção de Jikulumessu são de Coréon Dú. A trama acompanha a trajetória de Joel Kapala, um jovem de 17 anos e de origem humilde que é admitido em uma escola tradicional de Luanda onde sofre bullying de colegas e até de professores. Após ser acusado injustamente de agressão a uma colega, Joel é expulso do colégio. É quando ele parte para Nova Iorque em busca de sonhos, até voltar para se vingar daqueles que lhe fizeram mal.

Jikulumessu causou polêmica quando foi exibida em Angola, em 2015, por mostrar a primeira cena de beijo entre dois homens. Na época, o canal público TPA tirou a novela do ar por uma semana. No mesmo ano, a trama foi exibida em Portugal na emissora pública RTP.

Com um elenco formado por astros da dramaturgia angolana, a novela se divide em dois momentos. O primeiro se passa em 1998, quando o jovem Joel deixa Lubango, cidade do interior de Angola, rumo a uma conceituada instituição de ensino da capital onde é perseguido por outros alunos e até por professores. Expulso da escola após uma armação, ele parte para os Estados Unidos.

A segunda fase da produção dramatúrgica se passa 16 anos mais tarde, em 2014, quando Joel volta a Luanda com o objetivo de se vingar daqueles que lhe prejudicaram no passado.

Composta por 120 capítulos, a novela Jikulumessu celebra as cores, os sabores, a musicalidade e a força da cultura angolana. Mas, também apresenta temas polêmicos e socialmente relevantes daquele país e também do Brasil, como corrupção, consumo de drogas, ambição, prostituição e homofobia.

Na primeira etapa da história, o personagem de Joel Kapala na adolescência é interpretado pelo ator Fernando Mailoge. Nesse período, o papel da mocinha Djamira Pereira, aos 14 anos, é de Sandra Gomes. Já nos capítulos em que a trama se passa nos dias atuais, os atores Borges Macula e Heloísa Jorge vivem o casal de protagonistas.

ANPOF 2018 SERÁ EM VITÓRIA


A diretoria da Anpof anunciou nesta terça-feira (23/5) que a 18ª edição do Encontro Nacional da Anpof já tem local definido: Vitória, no estado do Espírito Santo. O evento acontecerá entre 22 e 26 de outubro na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) – Campus Goiabeiras. O Programa de Pós-graduação em Filosofia da UFES, fundado em 2008, o Mestrado Profissional em Filosofia (PROF-FILO/Núcleo UFES) e o Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Espírito Santo serão os anfitriões do evento.

A escolha se baseou em critérios como tamanho da cidade, infraestrutura, apoio institucional e baixo custo. Litorânea, a capital do Espírito Santo possui menos de 400 mil habitantes e os participantes do evento não precisarão desembolsar muito para arcar com alimentação, hospedagem e deslocamento. Além disso, possui em sua orla uma estrutura hoteleira ampla com fácil acesso ao Campus Goiabeiras. Há transporte fácil para a UFES e os participantes poderão também ir a pé dos hotéis ao local do evento em menos de meia hora. Vitória também oferece infraestrutura básica de pequenos hotéis e pousadas a preços mais acessíveis tanto no Centro da Cidade quanto na região do Campus. Por fim, há muitos voos, diretos e com conexão, a bons preços.

A realização do evento na UFES tem a dupla virtude de diminuir os custos do evento e de proporcionar a experiência do acolhimento do nosso maior evento acadêmico no ambiente da universidade. Além da generosa recepção do encontro pelo Programa de Pós-graduação em Filosofia da UFES, contaremos com o apoio da administração da universidade e também dos órgãos locais de apoio ao turismo.

Abaixo compartilhamos atalhos para os documentos oficiais de apoio e também vídeos institucionais que apresentam a universidade e a região metropolitana de Vitória.

terça-feira, 23 de maio de 2017

TEMER E O COISO: UMA IMAGEM VALE POR MIL PALAVRAS


O EGO DE BOLSONARO

Nas palavras de Giorgio Agamben:

A quem interessa sacralizar este sistema representativo que não representa ninguém, senão o poder financeiro — de fato, o único representado? A democracia representativa não é mais democracia, mas sim plutocracia. É preciso profaná-la para restituí-la ao comum, pois a essência democrática que se assenta na igualdade do comum é ferida pelo princípio da representação que separa aqueles que têm vozes nas instituições daqueles que, ainda que falem e gritem, nunca são ouvidos. A Democracia isola eleitores e escolhidos como estão isolados no templo religioso o sacerdote no altar e o resto dos fiéis.

A partir desta ideia, publiquei no Jornal de S. Catarina, de ontem, 22 de maio:

segunda-feira, 22 de maio de 2017

XINGU NA TELA DO CANAL BRASIL


"Xingu" conta a história dos irmãos Villas-Bôas em sua jornada de desbravamento do Brasil. Logo no começo desta aventura, eles entram em contato com aldeias indígenas e se envolvem com elas, ajudando a defender a cultura indígena e criando o Parque Nacional do Xingu. O elenco conta com nomes como Caio Blat, Felipe Camargo e João Miguel.

O longa, vai ao ar, amanhã, às 23h.

domingo, 21 de maio de 2017

FAIXA DE CURTAS NO CANAL FUTURA


A partir de amanhã, segunda-feira 22, às 19h15,o Canal Futura exibirá uma faixa Curtas. A faixa apresenta  reportagens documentais com 13 minutos de duração, que contemplam a diversidade de olhares, linguagens e narrativas com relevância contemporânea para o Brasil e para o mundo.


CONFIRA AS SINOPSES:

22/05, segunda-feira, 18h45
Viva, Maria, Viva
Diretor:  Tarciana Gomes
"Viva, Maria, Viva!" pretende mostrar como a velhice trouxe mais liberdade e felicidade para a vida de cinco senhoras, considerando um recorte de classe específico.

22/05, segunda-feira, 19h15
O Rio São Francisco
Diretor:  Henrique Mourão, Inácio Neves e Marcela Bertelli
Em 2014, a região do médio Rio São Francisco sofreu uma das maiores secas dos últimos 100 anos. Isso revelou um drama que vem afetando diretamente a vida de milhares de pessoas, e não começou agora.

23/05, terça-feira, 18h45
Baleia À Óleo
Diretor: Lísia Palombini
Você sabe porque aquela pedra se chama Arpoador? O documentário Baleia a Óleo vai mostrar que o Rio de Janeiro foi um importante núcleo baleeiro do Brasil.

23/05, terça-feira, 19h15
A Cor Laranja
Diretor:  Karina Passos de Abreu
Em 05 de novembro de 2015 o Rio Doce anoiteceu tingido de laranja. Deu lugar, agora, a outro rio, amargo, com gosto de ferro, chumbo e manganês. Ficaram as memórias e a saudade.

24/05, quarta-feira, 18h45
Música Nômade
Diretor:  Juliana Cavalcanti
A história da banda La Seca Musica Nómade, criada há 22 anos. Cansado da indústria musical, Atílio decidiu abandonar tudo e se apresentar nas ruas, bares e praças das cidades pelas quais passava

24/05, quarta-feira, 19h15
Bandeira 3
Diretor:  Hidalgo Romero Lopes
Documentário sobre a obra e o cotidiano de artistas que têm em comum o trabalho como taxistas. São músicos, pintores, palhaços, dançarinos, escritores - profissionais e amadores - que fazem hora extra conduzindo passageiros pelas ruas do Rio de Janeiro.

25/05, quinta-feira, 18h45
Fuscaria
Diretor:  Alice Gomez e Fabricio Menicucci
Muitos acreditam que o Fusca é o ícone da história do automobilismo mundial, há inclusive quem arrisque dizer que foi o melhor carro já produzido.

25/05, quinta-feira, 19h15
Tambores Afrouruguaios
Diretor:  Rafael Ferreira
Os tambores trazidos pelos Africanos escravizados durante a colonização Espanhola sobreviveram e ganharam novas forças no Uruguai.

26/05, sexta-feira, 18h45
3G
Diretor: Renata Meffe
Relatos de três gerações sobre suas trajetórias e sobre plantas, bichos e o rio que os rodeia são pontuados por imagens da natureza da região e sequências que os mostram em ação.

26/05, sexta-feira, 19h15
Intolerâncias Da Fé
Diretor: Renata Meffe
Pretende retratar os conflitos religiosos ocorridos no espaço público e problematizar o tratamento conferido a estes conflitos pela sociedade e por instituições como a escola e a polícia.

FIAT 147


Com um time diferente daquele que foi rebaixado, o Metropolitano começou sua oitava participação na Série D do Brasileirão. Os próximos dois anos, de certeza, o Metrozinho, não participará,se depender do Catarinense. Com um time que mescla a base com o alguns que sobraram do estadual - é o que há para o resto da temporada. Um time que a todo instante flerta com o fechar das portas. Incerteza é o melhor cenário. Mas o futebol, muitas vezes, prega algumas peças. Vai que este ano, no participar por participar o acesso vem. Difícil de acreditar, mas não impossível de acontecer. Cada time, possui 1,47% de chances, então porque não maximizá-la? Os primeiros três pontos vieram. 

DEBATE IGNÓBIL

COLUNA #140

Nesta semana escrevo a partir do caso envolvendo Edmundo e PVC após o jogo do São Paulo frente ao Defensa y Justicia pela Sulamericana. Uma reflexão de gestão de carreira, orientadores profissionais e preocupação quanto a gestão de pessoa é uma coisa que a FOX deveria considerar.

[...]


HÁ MULHER NA FILOSOFIA



sexta-feira, 19 de maio de 2017

O VINGADOR DONO DA BOLA


O Vingador foi um personagem do desenho Caverna do Dragão. Um personagem controverso. Muitos afirmavam que ele personificava o inimigo, algumas teorias da internet dão conta de versão contrária. Porém, com um nome moralmente questionável, a ideia de vingança é sempre mais forte. Não vejo beleza na vingança. Como diria o filósofo do oito, “a vingança nunca é plena, mata alma e a envenena”.

O futebol de infância me lembra da figura emblemática do “dono da bola”. Muitas vezes, o dono da bola era o pior jogador do time. Ele só conseguia lugar em campo, ou certo destaque, por possuir a bola. Jogávamos sem campo, sem chuteiras, sem camisa, sem time completo, mas nunca sem bola. Então, o dono da bola era peça fundamental para garantir a diversão. Por pior desempenho, nos submetíamos as mudanças de regras, as reformas de jogo propostas pelo dono da bola.

O editorial do Jornal do Brasil, ontem, 18, foi muito feliz. Ele afirmou, “como podem senhores, desonestos e desqualificados de dignidade, ocuparem cargos públicos ou mandatos parlamentares e opinarem sobre o destino do país, participando da administração pública direta ou indireta ou votando no Legislativo. Votando leis que, segundo o que se vê nas delações, eram apreciadas sob a forte interferência de segmentos empresariais. O país não pode admitir que haja um Congresso que vote subornado por empresários, fundamentalmente em momentos em que profundas reformas estão sendo votadas, nas quais o trabalhador e o povo sofrido são o objetivo fundamental.”

Admitimos desonestos governantes porque eles possuem a bola. E quando o desqualificado ingressa no time, a brincadeira perde a qualidade. Fizemos com as mesmas vistas grossas a pelada de infância nossa vida política. Somos parte de um sistema viciado, com uma justiça torpe plena de eleitores, no mínimo, inocentes. Inocentes em aceitar passivamente o uso de Caixa 2 para eleições e mesmo assim votar nestes desonestos candidatados e escandalizar-se que o vice-presidente golpista seja alvo de delações. Ele é o dono da bola e só está no poder porque fez uso de estratégias reprováveis. Mas os imbecis de plantão culpam outros e escandalizam-se pelo óbvio e acreditam em esperança.

O nome que articulou uma manobra midiática parlamentar de mudança. O nome que orquestrou uma reforma que cassava direitos como um gato caça o rato, com afinco, mas nenhuma clemência. O nome de uma figura arrogante, que possui a menor aprovação da história do país, que vai as telas dizer que não renuncia. Não há reconhecimento de sua legislatura, depois do dia de ontem, que justifique a manutenção deste nome no Planalto Central. Nem mesmo ser dono da bola pode ser assim.

Fora Temer é um grito que não pode cessar. Entretanto, os candidatos imediatos a dona da bola não gozam de um passado de honestidade. Largamente citados em delações (questionáveis) possuem um histórico de vitórias e vitórias em eleições, e chegam ao poder como um amor ao próprio poder e pouco respeito ao povo pobre que os elegem. Estes macabros usurpadores de direito denigrem nossas instituições. Diante de tudo isso, parece-me que “memes” são a única instituição em pleno funcionamento na terra brasilis.


Em tanto escândalo, a fala mais sóbria vem de Tite, treinador da Seleção Brasileira, pela ocasião da convocação dos jogadores brasileiros, no dia de hoje, 19: “peço que não brinquem mais com isso. Eu me sinto desconforável. Não brinquem com isso, e não peço por falsa modéstia. Eu não quero ter essa responsabilidade". Em nossa falsa democracia, da aceitação do corrupto, encontramos um nome, que inspira convicção, pela sua vida apolítica. Isso é prova do desespero que toma conta do nosso dia a dia. É triste tudo isso. Mas é preciso ter calma com Tite. Ele parece um profissional muito competente, mas presta serviço para uma gentinha que também gosta de ser dona de bola.

PROJETO V!DA


Nas últimas semanas presenciamos em diversas mídias assuntos relacionados ao jogo chamado Baleia Azul, experimentamos através das mídias sociais uma proliferação de notícias, fatos, e discussões, positivas, de auxílio, e também alarmistas, e com estas notícias vieram a tona questões que atravessam a temática da automutilação, autoflagelação e morte. Diante da proporção que o fato assumiu nas mídias, nos motivamos a propor uma reflexão aos estudantes com um foco na vida e não nas opções cruéis e distorcidas da realidade que o jogo apresenta.



Postagem completa e fotos em: SENAI - Blumenau: V!DA


SEMANA DA INDÚSTRIA