sexta-feira, 21 de julho de 2017

DOUTORADO SANDUÍCHE NA ITÁLIA

Leio no site da FAPESC:
Por meio de um acordo entre o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e a rede de Universidades Italianas, representada pela Universidade de Bolonha, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) lançou a Chamada Pública para mobilidade de pesquisadores de instituições brasileiras na Itália (Mobility Confap Italy – MCI).
A chamada busca oferecer suporte a candidatos interessados em trabalhar com pesquisa científica, tecnológica e de inovação nas instituições italianas. Em Santa Catarina serão oferecidas duas bolsas para doutorado sanduíche, pelo período de seis meses.  Acesse aqui a Chamada Mobility Confap Italy – MCI.
lém do Estado de Santa Catarina, participam da Chamada, por meio de suas respectivas Fundações os seguintes Estados: Paraná (Fundação Araucária), Pernambuco (Facepe), Distrito Federal (FAPDF), Alagoas (Fapeal), Amapá (Fapeap), Amazonas (Fapeam), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Mato Grosso (Fapemat), Minas Gerais (Fapemig), Piauí (Fapepi), Rio de Janeiro (Faperj), Rio Grande do Norte (Fapern), Espírito Santo (Fapes), Bahia (Fapesb), São Paulo (Fapesp), Pará (Fapespa), Paraíba (Fapesq), Sergipe (Fapitec), Tocantins (Fapt) e Mato Grosso do Sul (Fundect).
As instituições italianas disponíveis para mobilidade podem ser consultadas no site do MCI e os proponentes deverão ter um supervisor associado a uma das universidades italianas que participam do acordo.
Podem participar estudantes de Doutorado, para os quais será oferecido suporte exclusivo para o período de pesquisa na Itália. Nenhuma taxa de mensalidade será cobrada dos candidatos apoiados pela Chamada. Em caso de mobilidade que envolva projetos com potencial comercial, industrial ou que envolva propriedade intelectual, as instituições de pesquisa envolvidas deverão assinar cooperação específica para a realização da parceria, de acordo com a legislação de cada país e as convenções internacionais.
Os critérios avaliados em cada proposta estão descritos no edital. O formulário para candidatura estará disponível no site http://sigconfap.ledes.net até o dia 08 de agosto de 2017.

SOLUÇÃO PARA POLUIÇÃO


quinta-feira, 20 de julho de 2017

HUMANISMO, PÓS-HUMANISMO E SUPER-HUMANISMO


Sabemos que el hombre tuvo un comienzo sobre el planeta. Cómo ha llegado a generarse puede ser explicado desde distintos conocimientos. Hay una explicación dada por la religión, las ciencias naturales o la ética. El hombre –primeramente - es efecto de un proceso evolutivo y selectivo de la cadena de la vida. En tal proceso no interviene, es decir, que la causa no está en su propia acción sino en fuerzas externas. Pero el hombre también es producto de una acción propia. Aquí aparecen diversas antropotécnicas creadas por el mismo hombre cuya finalidad es su propia generación. En otras palabras, el hombre se hace y se crea a sí mismo, conforme esas técnicas. Podríamos decir que conviven tanto causas naturales como humanas en la producción del hombre.
Sin embargo, el gran hallazgo de la cultura moderna es que el hombre “verdadero” es aquél que es diseñado según técnicas antrópicas. La filosofía contemporánea desde los años ochenta del siglo XX hasta esta parte –muy especialmente desde el siglo XXI- ha venido insistiendo en que el hombre es un producto de la intervención que hace el hombre según técnicas específicas. En esas técnicas, se incluye la biología, la genética, la neuropsicología, etc. 

El problema se presenta cuando la antropogénesis -la generación del hombre- no acompaña el orden de lo natural, como un complemento o perfeccionamiento de lo ya dado en el hombre, sino cuando la antropogénesis se concibe comoindependiente de tales leyes. En otros términos, se trata de hacer al hombre denuevo, partiendo de cero, aun contra la admisión de leyes naturales que regirían más allá de la voluntad humana. No es un simple fenómeno de la imaginación productiva sino un hecho a experimentar. Por lo tanto, la antropogénesis se convierte en un hecho establecido por el hombre en el que experimenta hasta qué limites puede ser llevada su propia potencialidad. El humanismo tiene la función de “domesticar” al hombre, en otras palabras, es un dispositivo para producir un tipo humano. Tiene por objetivo elevar al hombre de su estadio “animal”, “bestial” o “bárbaro”. Esta función “domesticadora” la ha ejercido laeducación (alfabetización), precisamente, por inhibir las fuerzas bestiales o embrutecedoras.

El 17 de julio de 1999, tuvo lugar en el castillo de ElmauBavierael Simposio Internacional “Jenseits des Seins / ExodusfromBeing / Philosophie nach Heideggers”en el marco de un ciclo de Encuentros sobre “La filosofía en el final de siglo”. Uno de los filósofos más interesantes de este tiempo, Peter Sloterdijk, se presenta con una conferencia titulada Normas para el Parque Humano (Regeln für den Menschenpark), como respuesta a la famosa Carta sobre el humanismo (Brief über den Humanismus), que escribiera Martin Heidegger en 1946. En dicha breve obra, Heidegger cuestiona la definición clásica del hombre como “animal racional”. Tanto para Heidegger como para Sloterdijk el humanismo deviene insuficiente. Según Sloterdijk la educación como herramienta formadora/domesticadora ha fracasado. Propone que la función antropotécnica que la educación tuvo hasta el momento sea reemplazada por la biotecnología y las ciencias de la información.

Si la historia no es más que la historia natural de los sucesivos procesos de adiestramiento del animal humano que llegan hasta el tipo actual de la especie (“último hombre”), se estaría entonces en el estadio epocal propicio para pensar una nueva “domesticación”, una nueva “crianza” del hombre por el hombre por otros medios. Abandono del humanismo, con una etapa poshumanistatransicional que prepare el suelo para un superhumanismo. Sea o no elÜbermensch un proyecto verosímil, Nietzsche ha dejado al descubierto un “núcleo duro” de reflexión sobre la humanidad que va más allá del proyecto humanista. Un pensar futuro que nos veremos obligados a apropiarnos para corresponder con lo que resulte del hombre en adelante (Sloterdijk).

La categoría nietzscheana de “superhombre” (Übermensch) lo que ha hecho es desnudar el entramado de crianza, domesticación y educación que llevó a producir lo que es el hombre en el presente, ocultado por milenios. El hombre del futuro –en cuanto Übermensch- se habrá despojado de ese entramado y se “criará” de acuerdo a un nuevo código antropotécnico,  no fundado en la tradición del humanismo ilustrado. Si el hombre antes temía al poder de la Naturaleza (que ahora sabe controlar) y al poder de Dios (que ahora “ha muerto”), el próximo “poder” para el hombre (¿digno de temer?) será el hombre mismo. Y con este inusitado poder (la biotecnología por caso) se “domesticará” y “criará” al nuevo “hombre” del superhumanismo venidero.


III ENCONTRO DO GT DELEUZE: DIFERENÇA E PENSAMENTO MINORITÁRIO

Uma filosofia da diferença é atenta às singularidades, aos processos de individuação incessantes, contra a ideia de um ser idêntico e de subjetividades e objetividades estáticas. Nesta medida, as filosofias da diferença invocam pensamentos minoritários, em dissonância em relação a padrões normativos e normalizadores.

A abertura para a diferença torna-se uma maneira de se aproximar da história da filosofia, tomada como lugar de produção de encontros geradores de novos modos de pensar, assim como de qualquer instância em individuação nas artes, na política, nos afetos, nas maneiras de compor modos de estar junto a outros. Nessa perspectiva, convidamos trabalhos que se componham com os escritos de Deleuze, Guattari e Foucault, mas também de pensadoras e pensadores com quem se possam construir alianças nessa perspectiva diferencial e minoritária.

Temas:

-Encontros com a história da filosofia em tom menor

-Filosofia da diferença e perspectivismos

-Artes e produção de singularidades intensivas

-Pensamento e acontecimento: políticas do minoritário

Data do evento: 6 a 10 de novembro de 2017

Local: IFAC – Instituto de Filosofia, Artes e Cultura – UFOP / Ouro Preto, MG

Inscrições para apresentação de trabalho: 20 de junho a 20 de agosto

Resultado da seleção das inscrições: 30 de agosto

Inscrições gratuitas

Inscrições para ouvintes:  01 de setembro a 06 de novembro; pelo email: gtdeleuze@gmail.com




quarta-feira, 19 de julho de 2017

BEC: NOSSA HISTÓRIA CONTINUA


CHAMADA PARA ARTIGO: REVISTA TEXTO LIVRE

A revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia recebe submissões de artigos, resenhas e ensaios para o segundo número de 2017:
  • até 31 de agosto para o segundo número, e em fluxo contínuo sobre diversos temas, sendo os artigos aprovados publicados na edição seguinte à avaliação e edição de texto.
A revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, ISSN 1983-3652, Qualis B2 nas áreas Letras/Linguística e Interdisciplinar, com diversas indexações, é um periódico brasileiro do grupo Texto Livre, da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil), e visa à publicação semestral de textos inéditos nas áreas de Linguística, Educação (inclusive Educação a Distância), Cultura Livre, Software Livre, na interface com as Tecnologia da Informação e, sobretudo, abordagens interdisciplinares. A revista recebe textos em português, inglês, espanhol e francês, que são submetidos à avaliação do Conselho Editorial, segundo as normas para contribuições.

As diretrizes para os autores podem ser encontradas no seguinte endereço: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/about/submissions#authorGuidelines
Indexações: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/announcement/view/74
Mais informações no site da Revista Texto Livre.

terça-feira, 18 de julho de 2017

CENTENÁRIOS: REVOLUÇÃO RUSSA; MEXICANA; PRIMEIRA GREVE GERAL DO BRASIL

O VIII Congresso Internacional de História e XXII semana de História acontecem na Universidade Estadual de Maringá (UEM) de 9 a 11 de outubro de 2017. Os investigadores interessados em submeter trabalhos têm até 20 de agosto para enviar resumos. Serão aceitos trabalhos submetidos em português, inglês ou espanhol.
Simpósios Temáticos:
  • St 01 - Revoluções: Experiências Revolucionárias E Discussões Teóricas
  • St 02 - Educação Patrimonial E Ensino De História: Interrelações Na Aprendizagem Histórica
  • St 03 - Debates Sobre Mundos Do Trabalho Na Contemporaneidade - Contribuições Teóricas E Resultados De Pesquisas
  • St 04 - Américas Em Debate: História, Cultura, Política E Sociedade (Séculos Xix, Xx E Xxi)
  • St 05 - A Expansão Marítima Portuguesa E A Constituição Do Império Português: África, Ásia E América. História E Historiografia.
  • St 06 - O Regional/Local E As Experiências Históricas
  • St 07 - A Idade Média Em Debate: Estudo Das Fontes
  • St 08 - A História Regional Do Brasil Em Debate: Os Cem Anos Do Contestado E Outros Movimentos Sociais No Campo
  • St 09 - O Brasil Dimensionado Pelo Futebol
  • St 10 - História Da Violência: Práticas, Experiências E Leituras Em Diferentes Contextos
  • St 11 - Afetividades E Política: Diálogos Possíveis
  • St 12 - Dimensões Do Regime Vargas
  • St 13 - Professores De História E Historiadores: Ensino E Didática Da História Entre (In) Definições E Experiências Da História Pública
  • St 14 - A África No Brasil E O Brasil Na África: Rotas Investigativas De Uma História Da África
  • St 15 - História, Ciências E Ambiente
  • St 16 - Memórias De Resistências E Resistências Da/Na História
  • St 17 - Mulheres E Gênero: Relações De Poder E História No Brasil
  • St 18 - Propaganda Política: Mídia, Mobilização E Manipulação Em Tempos De Guerra E Paz
  • St 19 - Povos Indígenas No Brasil: História, Educação E Políticas Públicas
  • St 20 - História E Literatura: Entre As Dimensões Da Experiência Social E O Debate Teórico
  • St 21 - Ensino E Pesquisa Em História Da África E Das Diásporas Africana
  • St 22 - Etno-História Indígena - Abordagens Interdisciplinares
  • St 23 - Programa De Educação Tutorial: História E Perspectivas
  • St 24 - As Costuras Do Tempo: As Roupas, As Aparências E A Moda Nas Narrativas Da História
  • St 25 - A História Do Paraguai No Contexto Latino-Americano: Velhos E Novos Temas, Enfoques E Fontes De Pesquisa
  • St 26 - O Centenário Da Eugenia No Brasil E O Sonho Da Nação Forte
  • St 27 - A História Na Historia Das Ideias
  • St 28 - Masculinidades, Feminilidades E Transexualidades: Violências, Resistências E Direitos Humanos
  • St 29 - História Das Crenças, Religiões E Religiosidades
  • St 30 - Gênero E Interseccionalidades: Dos Saberes E Práticas Locais Às Conexões E Redes
  • St 31 - Ensino E Pesquisa Em Antiguidade Oriental E Clássica
  • St 32 - Pibid E O Ensino De História E Ciências Humanas
  • St 33 - Evolução Histórica Institucional E Desenvolvimentista - Des - Ajuste Da Nova Configuração Mundial E O Desenvolvimento Regional
  • St 34 - Imprensa, Impressos E História Das Mulheres: Espaços De Intersecção E Diálogos Transdisciplinares
  • St 35 - Cinema, Política E Propaganda No Mundo Contemporâneo
  • St 36 - Política E Movimentos Sociais No Brasil E Na América Latina: Século Xx
  • St 37 - Cinema, Revoluções E Ditaduras
  • St 38 - História Da Historiografia No Século Xx: Tendências E Experiências
  • St 39 - Trajetórias, Justiças, Criminalidades: Repensando O Século Xix
  • St 40 - As Representações Imagéticas Na Escrita Da História E Na Preservação Do Patrimônio Cultural
  • St 41 - História Dos Intelectuais: Trajetórias, Posições E Funções Políticas
  • St 42 - Revoluções No Século Xx
  • St 43 - Processos De Hegemonia E Pensamento De Direita Na América Latina
  • St 44 - Estudos Sobre História, Cultura, Política E Marxismo

segunda-feira, 17 de julho de 2017

SEMINÁRIO AMÉRICA LATINA


O II Seminário América Latina: Cultura, História e Política acontece na Universidade Federal de Uberlândia do 16 ao 18 de outubro de 2017. Os investigadores interessados em participar com trabalhos têm até 20 de outubro de 2017.
Eixos temáticos
  1. Pensamento social latino-americano
  2. Democracia, violência e direitos humanos
  3. Culturas latino-americanas
  4. História, movimentos sociais e revoluções
  5. Identidades latino-americanas: Raças e etnias, gênero e diversidade sexual
  6. Religiões na América Latina
  7. Economia política, estado e trabalho na América Latina
  8. Educação e políticas educacionais

domingo, 16 de julho de 2017

ENTRE UMA CORTADA E UM GOL


A coluna desta semana comenta três assuntos, o escondido tênis no Canal Sony, a experiência de um final de semana com a GolTV e algumas alfinetadas no Esporte Interativo com a Copa Nordeste.

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